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Rejeição de Messias pelo Senado é criticada pelo governo; resultado é "aliança entre bolsonarismo e chantagem política", diz Boulos

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, criticou a rejeição pelo Senado da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). Após derrota, Messias recebe cumprimentos na liderança do governo no Senado Escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o atual advogado-geral da União foi rejeitado com 42 votos contrários e 34 favoráveis. "A aliança entre bolsonarismo e chantagem política venceu na rejeição ao nome de Jorge Messias ao STF. O Senado sai menor desse episódio lamentável", disse o ministro em uma rede social. 'Surpresa' Líder do governo no Senado, o senador Jaques Wagner (PT-BA) disse que recebeu o placar com "surpresa". "Cada um vota como quer", afirmou. O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso, atribuiu a derrota à "pressão do processo eleitoral" e disse que Lula vai realizar nova indicação. Questionado sobre um possível papel do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), no resultado, Randolfe descartou "em absoluto". "Era natural que a votação fosse apertada em qualquer tipo de indicação. Essa é a circunstância do Senado atualmente, diante dessa polarização e sobretudo pelo processo eleitoral", disse o senador.
29/04/2026 (00:00)
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