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Presidência da Câmara de Vereadores arquiva processo contra vice-prefeito de Macapá

1 de 1 Vice-prefeito de Macapá, Mário Neto (Podemos). — Foto: Divulgação A Câmara Municipal de Macapá arquivou nesta terça-feira (30) o processo que investigava o vice-prefeito Mário Neto (Podemos). A decisão foi anunciada pela presidente da Casa, vereadora Margleide Alfaia (PDT), durante sessão ordinária, após constatação de que o prazo legal para conclusão havia expirado. O processo, aberto para apurar supostas infrações político-administrativas, fazia parte da Representação nº 002/2026. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Segundo parecer da Procuradoria da Câmara, o prazo de 90 dias terminou em 22 de junho. Além disso, o relatório final da Comissão Processante foi entregue fora do horário de expediente, o que invalidou o ato. Com base nesse entendimento, a Presidência decidiu não receber o relatório e arquivar definitivamente os autos. A medida foi tomada apenas pela perda do prazo, sem análise do mérito da denúncia apresentada contra o vice-prefeito. A Comissão era formada pelos vereadores Ezequias (PSD), Alexandre Azevedo (Podemos) e Zé Luiz (PT). O grupo havia sido criado para apurar denúncia feita pela cidadã Cleiziane Miranda da Silva contra o vice-prefeito de Macapá. LEIA MAIS: Entenda próximos passos da denúncia contra vice-prefeito afastado de MacapáO que se sabe sobre a operação que investiga desvio de recursos da saúde e afastou prefeito e vice de MacapáCâmara rejeita arquivar processo de cassação do vice-prefeito de Macapá Como surgiu a denúncia O processo teve início após denúncia da servidora Cleiziane Miranda da Silva, que acusa o vice-prefeito afastado de participar de um suposto esquema de corrupção na Prefeitura de Macapá. A denúncia foi protocolada cinco dias após a Operação Paroxismo, da Polícia Federal, que afastou o prefeito Dr. Furlan (PSD) e o vice-prefeito. A investigação apura suspeita de desvios de recursos da saúde. A Câmara Municipal aprovou a criação de uma comissão processante para investigar Mário Neto. Os integrantes foram escolhidos por sorteio, após discussão entre os vereadores. Mário Neto está afastado do cargo desde 4 de março deste, após a segunda fase da Operação Paroxismo, que também retirou do cargo o então prefeito de Macapá, Dr. Furlan (PSD). Ele é acusado por envolvimento em fraude à licitação e desvio de recursos da saúde. Em 2 de maio, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prorrogação do afastamento de Neto. O ministro ressaltou que a prorrogação do afastamento não tem prazo definido e que as medidas cautelares seguem proporcionais à gravidade dos crimes investigados. Após parecer da Câmara de Vereadores de Macapá, processo contra Mário Neto continua VÍDEOS com as notícias do Amapá:
30/06/2026 (00:00)
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